Eu era acomodada sendo e vivendo no meu mundo preto e branco, meu coração preto e branco batia involuntariamente por motivo desconhecido até aquele dia, ai você ousou aparecer, querendo pintar meu mundo de verde.
E eu que era e sempre tinha sido tão preto e branco nunca tinha imaginado que poderia existir outra cor tão alegre, que ao mesmo tempo me transmitia uma tranqüilidade impressionante, que o preto e branco nunca me deu. Sem perceber deixei você pintar minha grama de verde, e naquele momento me apaixonei, como a grama poderia ter ficado tão linda de verde?
Então você foi pintando alegria nos detalhes, que agora não era mais todos preto e branco, mais meu coração antes preto e branco, não queria mais ser preto e branco, estava confuso com tantas mudanças, se tornou então inconstante, não queria mais só o verde, queria conhecer outras cores que certamente existiam.
Decidi ouvir o meu coração e saímos à procura de novas cores, encontramos o vermelho, o amarelo e o azul (o último às vezes me lembrava o verde e fazia lembrar ao meu coração que ele tinha me feito enxerga um novo mundo coloridamente inconstante). Encantei-me muito com essas novas três cores, mas não satisfeita com minha alma preta e branca resolvi misturá-las, e descobri ainda mais cores com essas minhas tantas experiências.
Meu coração que tinha já se pintado de vermelho, estava satisfeito, e eu coloridamente inconstante queria voltar pro meu verde, mais era tarde, tarde demais, para eu dizer que ele que tinha me feito virar um arco íris, mais ele deixou um pouco de verde no meu antigo preto e branco, e nunca vou esquecer do verde. Toda vida que eu olhar pra minha grama, lembrarei!
Então você foi pintando alegria nos detalhes, que agora não era mais todos preto e branco, mais meu coração antes preto e branco, não queria mais ser preto e branco, estava confuso com tantas mudanças, se tornou então inconstante, não queria mais só o verde, queria conhecer outras cores que certamente existiam.
Decidi ouvir o meu coração e saímos à procura de novas cores, encontramos o vermelho, o amarelo e o azul (o último às vezes me lembrava o verde e fazia lembrar ao meu coração que ele tinha me feito enxerga um novo mundo coloridamente inconstante). Encantei-me muito com essas novas três cores, mas não satisfeita com minha alma preta e branca resolvi misturá-las, e descobri ainda mais cores com essas minhas tantas experiências.
Meu coração que tinha já se pintado de vermelho, estava satisfeito, e eu coloridamente inconstante queria voltar pro meu verde, mais era tarde, tarde demais, para eu dizer que ele que tinha me feito virar um arco íris, mais ele deixou um pouco de verde no meu antigo preto e branco, e nunca vou esquecer do verde. Toda vida que eu olhar pra minha grama, lembrarei!








